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quinta-feira, 28 de março de 2013

Ronaldo, de novo, não! Rubinho, pior ainda!

Ronaldo será comentarista na Copa das Confederações - Divulgação
 
É, não está fácil mesmo, além de ver e rever a cara do Ronaldo "Fenômeno" nas dezenas de propagandas que ele faz, participação em programas de televisão e outras mais, agora vamos ter que aturar a voz irritante dele nos comentários dos jogos da Copa das Confederações.
 
O ex-jogador vai estar ao lado de Galvão Bueno, Arnaldo César Coelho e Walter Casagrande durante os jogos da competição sediada no Brasil este ano.
 
E vai além, a Globo contratou, também, o marcha lenta, Rubens Barrichello. O ex-piloto que foi piada durante os anos de Fórmula 1 e que também não emplacou absolutamente nada após deixar a categoria, tentou Fórmula Indy e Stock Car, vai agora ao lado de Galvão e Reginaldo Leme, comentar as transmissões do automobilismo.
 
O anúncio das contratações para o departamento de esportes foi feito nesta quarta (27), em evento para o lançamento da programação Globo 2013. Com o slogan "Vem aí", a emissora reuniu seu elenco para divulgar suas armas para este ano.
 
Como diz meu colega Odair Delpozzo, esses rinocerontes são colocados à fórceps na televisão, seja em publicidades, jornalismo ou entretenimento. Não nos dá opções, são sempre as mesmas caras, os mesmos puxa-sacos de sempre.
 
Rubinho vai comentar as transmissões de automobilismo - Divulgação
 

quarta-feira, 6 de março de 2013

Comentaristas esportivos deixam a Record

Time de comentaristas da Rede Record - Reprodução
 
Passados o Pan de Guadalajara e as Olimpíadas de Londres, eventos dos quais a Rede Record tinha o direito de exibição. A emissora decidiu por não renovar com seu time de comentaristas esportivos.
 
Deixam o casting do canal seis ex-atletas que participaram das transmissões dos eventos em 2011 e 2012. São eles: Oscar Schmidt e Magic Paula, do basquete; os comentaristas de vôlei Maurício e Virna; Robson Caetano, do atletismo; e Rogério Sampaio, que comentava judô.
 
Apenas dois ex-atletas tiveram seus contratos renovados: o ex-nadador Fernando Scherer, o Xuxa, e Luiza Parente, da ginástica. Eles continuam na emissora para comentar os mundiais de suas categorias, marcadas respectivamente para junho, na Espanha, e setembro, na Bélgica.
 
A justificativa da Record é que eles não teriam função alguma na emissora e por isso seriam um gasto extra, em momento de cortes. O canal pretende continuar investindo em esporte e na transmissão dos grandes eventos, por isso, em momento oportuno, os profissionais poderão ser recontratados.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Os Donos da Bola é o novo programa do Neto na Band


O ex-craque e atual comentarista da Band, Neto, terá seu próprio programa esportivo.

Os ex-jogadores, Denílson e Edmundo serão os comentaristas da atração.

Os jornalistas Ulisses Costa, Téo José e Nivaldo Prieto também estarão na atração fazendo um resumo dos principais fatos do futebol do Brasil e do mundo.

Estreia, nesta quarta-feira (7), a partir da uma da tarde.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O Pan na Record: até agora mais erros do que acertos


A competitividade está a todo vapor no Panamericano de Guadalajara 2011, o contrário tem acontecido com a transmissão dos jogos. A concentração dos direiros nas mãos da Rede Record gera falta de opção, excessos, abusos e comodidade que não favorece ninguém.

Por outro lado é louvável perceber que a Rede Globo perdeu o monopólio sobre os grandes eventos. Só que, o que poderia ser uma grande oportunidade para observarmos um novo estilo de cobertura, logo no início percebemos que seria mais do mesmo.

A exclusividade, tão alardeada chega a irritar. A Globo, mesmo com seus defeitos, dividia os direitos na tv aberta com a Band e ainda exibia muita coisa nos canais a cabo. Já a Record, mesquinha, quis tudo pra ela. Instalou câmeras exclusivas, até certo ponto interessantes, mas muitas vezes inúteis e mal posicionadas. Um direito, para quem não sabe, adquirido pela emissora, mas as intervenções inconvenientes interrompem momentos cruciais de provas e jogos.

Outra característica herdada do 'estilo Globo' é a necessidade de cada narrador falar de forma acelerada, nervosa, como se nós, do lado de cá, não pudéssemos prestar atenção no desenrolar dos acontecimentos com pausas naturais na transmissão. A empolgação dos narradores, repórteres e comentarista é tão excessiva que chega a irritar. As vezes atrapalha também o telespectador menos atento, como neste domingo, com a reprise da final de equipes femininas de ginástica rítmica: em momento algum foi sinalizado pela transmissão que as imagens se tratavam de replay, já que nossas meninas brasileiras já haviam conquistado a medalha de ouro. Ou seja, sem querer ou querendo, o público estava sendo enganado.

Falhas provam que é necessário repensar o que é uma transmissão deste porte. Os resultados em audiência tem sido satisfatório, nada espetacular como a Record esperava, o faturamento como em todo evento esportivo, é garantia de bolso cheio, apesar dos investimentos também serem grandes.

Não é possível vencer, mostrar que é capaz, tentando repetir estilo ou estratégia daquele que está a sua frente. Para haver o mínimo de disputa, o melhor caminho é a originalidade aliada à competência. O monopólio que trocou de mão, não chega a ser um avanço e se não houver novidades, a Record não será capaz de despertar interesse algum. Pelo contrário vai ser vítima de críticas como esta. Quem sabe até o fim dos jogos mudanças ocorram.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Tiago Leifert passa dos limites


Há algum tempo eu venho tecendo críticas ao comportamento do Tiago Leifert na apresentação do Globo Esporte. O jovem jornalista, que não sei se está onde está por competência ou Q.I. tem feito atrocidades com o jornalismo esportivo. Não estou aqui para questionar a informalidade do programa, não é isso, um programa como o GE, no horário que é exibido e sobre o assunto do qual trata, não só pode, como deve ser leve e descontraído. Só não pode é virar palhaçada, com todo respeito aos palhaços, mas jornalismo, mesmo esportivo, tem que ter o mínimo de seriedade.

Ele começou aos poucos e foi ganhando espaço dentro da Rede Globo, pegou um programa que estava mau das pernas, sofrendo com a disputa pela audiência, chegava a perder para o Chaves do SBT. Tiago trouxe de volta a audiência, não tenho dúvida de que o estilo do trabalho que ele faz atrai os jovens e as crianças, grande público do horário do almoço e porque não dizer as mulheres. Até ai tudo bem, mas o problema começa a ficar grave quando a credibilidade jornalística começa a ser deixada em segundo plano.

Penso o seguinte, se o programa for classificado como entretenimento, pode natural fazer tudo o que faz, mas se ele continua se dizendo jornalístico, ele não pode ser conduzido desta forma. A gota d'água talves tenha sido a brincadeira de mau gosto feita em 1º de abril, quando Tiago preparou um material especial zombando do Corinthians e a Libertadores. Mas esse foi só um entre tantos outros acontecidos. Certa vez, quando um quero-quero morreu no campo, acertado por uma bola. Ele fez um melodrama digno de novela e mais, o repórter tentou entrevistar a ave. Olha que situação constrangedora. Eu fiquei com vergonha assistindo da sala de casa.

E a Globo gostou do jeito dele, tanto que tornou o estilo obrigatório dentro da equipe, o mau gosto se espalhou. Fazer graça agora é praxe, mas nem todo mundo tem graça, Ivan Moré por exemplo é totalmente sem graça. Coitado do Léo Batista, parece um cego em tiroteio, acostumado ao jornalismo das antigas, fica nitidamente constrangido com a palhaçada.

Fazer jornalismo esportivo, pode até ser um hobby, mas não deve ser tratado como uma brincadeira. E não sou somente eu que tenho essa visão. O comentarista do Yahoo Ale Rocha divide comigo essa indignação http://colunistas.yahoo.net/posts/10211.html

Veja a situação esdrúxula no dia da mentira: