Na próxima segunda, dia 30 de maio, às 19:30, Joseval Peixoto e Rachel Sheherazade estreiam no comando do novo SBT Brasil. Carlos Nascimento segue no Jornal do SBT Noite, formando dupla com Cynthia Benini ou Karin Bravo, ainda não confirmado.
O novo telejornal contará também com um novo cenário e pacote gráfico.
Rachel Sheherazade estava na afiliada do SBT na Paraíba e foi trazida para São Paulo a pedidos de Silvio Santos, que gostou da coragem da jornalista ao criticar no ar o carnaval.
Já Joseval Peixoto é um veterano do rádio, trabalha atualmente na Jovem Pan, ancorando o Jornal da Manhã. Ele também já foi comentarista do SBT até o ano passado.
As mudanças no jornalismo da emissora são comandadas por Alberto Villas, ex-Fantástico, novo diretor do departamento e visam levantar a audiência que atualmente está com 4 pontos em média.
Eu acompanho a carreira desta jornalista há pelo menos 10 anos. Sonia Abrão é daquele tipo de profissional competente, que sabe fazer como ninguém o seu trabalho. Dona de personalidade forte, ela é amada por uns e odiada por outros. Conhecida por falar o que pensa (e como fala) vira e mexe ela se vê envolvida em polêmicas.
Sonia é bastante criticada pelo modo como conduz seu programa vespertino, A Tarde é Sua, na Rede TV. No cardápio de sua atração mortes, sequestros, casos de violência e claro a vida e o mundo dos famosos dominam a pauta.
É óbvio que existem conteúdos mais agradáveis para se assistir na tv, mas o que não podemos negar é que Sonia Abrão tem história nesse segmento. Formada em jornalismo, ela passou pelo extinto Notícias Populares, conhecido pelo sensacionalismo, atuou também no Aqui Agora, jornal policial de grande sucesso do SBT nos anos 90. Passou pela revista Contigo, foi repórter do Domingo Legal, etc. Sempre em uma linha mais popular.
Não podemos exigir que Sonia faça um programa que não se encaixe no perfil dela, seria o mesmo que colocar a Hebe apresentando o Jornal Nacional. Já pensou que tragédia?
O que eu critico, mas ao mesmo tempo compreendo, afinal tv custa caro e tem que faturar, é o excesso de merchandising no A Tarde é Sua. É insuportável ver anúncios de emagrecedores a câmeras fotográficas interrompendo os debates que até são interessantes. Outro ponto que é muito ruim, é a participação do psicólogo, metido a sabe tudo, Haroldo Pereira Lopes. Ele dar orientações psicologicas é uma coisa, mas ele já pegou tanta liberdade que mete o bedelho em tudo. Os repórteres da Sonia também são muito fracos, não passam naturalidade, muito menos credibilidade.
De tudo, o que salva é a competência de Sonia Abrão. Deixo aqui minha admiração pelo trabalho diferenciado que ela tem feito há 18 anos. Com altos e baixos ele teve momentos em que passou dos limites em busca da audiência, mas no geral ela merece nosso respeito. Veja abaixo uma das passagens mais polêmicas da carreira da jornalista e apresentadora, quando ela foi acusada de negociar com o sequestrador e assassino Lindemberg, do caso Eloá:
Sandra Annenberg, uma das jornalistas de televisão mais conhecidas do Brasil, tem causado discussões polêmicas sobre sua forma de apresentar o Jornal Hoje. Ao lado de Evaristo Costa, a jornalista que também é atriz faz caras e bocas, gestos exagerados e comentários de gosto duvidoso. Mas será isso mesmo? Eu discordo.
Precisamos lembrar que o JH é um jornal voltado para as mulheres que estão em casa arrumando a cozinha, crianças e jovens que chegam da escola e aposentados. O conteúdo editorial é mais frio, leve, lembra o entretenimento com dicas de moda, beleza, turismo e gastronômia, além de prestação de serviço. Com exceção de casos extremamente factuais que exigem entradas ao vivo e coberturas de fato jornalísticas.
Sandra se sai muito bem falando diretamente para esse público, ninguém faz isso melhor do que ela. Já imaginaram uma apresentadora séria e robótica apresentando as pautas do JH? seria muito chato. O Evaristo, companheiro de Sandra na bancada, embora tenha seu jeito descontraído, é mais contido, passa até um ar de timidez. E isso é bom para fazer um contraponto.
Aqueles que criticam a postura de Sandra, tem todo direito por sinal, talves se esqueçam que quando ela apresenta o Globo Notícia ou o Jornal Nacional a atitude dela é bem diferente. Ela entra no clima do telejornal, se torna mais séria, como o programa pede. Isso nos faz perceber que ela é uma boa atriz, interpreta segundo a notícia, o programa e o perfil do público. Ai está a importância do jornalista também fazer teatro, isto ajuda a interpretar melhor o fato noticiado.
Gesticular, falar com as mão e com movimentos faciais também é comunicar. Muitos já leram o livro "O Corpo Fala", é por ai. A Sandra utiliza não só os recursos da voz para noticiar, mas também outros meios. Já tive a oportunidade de falar com Sandra, ela é muito atenciosa, simpática, assim como ela é no estudio do JH. Sem dúvida Sandra Annenberg é uma profissional diferenciada, desconheço outra apresentadora como ela. Mas não tenhamos dúvida que ela vai fazer escola. Ninguém se sai melhor de um erro ou embaraço do que ela, até pelo fato de ser espontânea. O contrário acontece com outras profissionais que quando algo sai errado se desesperam e a situação fica pior do que encomenda.
Enfim, não estou aqui afirmando que o telejornalismo em geral tem que seguir a linha da Sandra, mas jornais do horário do almoço, mais informais e descontraídos tem que ter apresentadoras como a Sandra, alegre, para cima. Não dá para fazer nossas refeiçõe vendo tiroteio, sangue, assassinato. Para esse horário algo mais leve é bem mais saudável.
Há algum tempo eu venho tecendo críticas ao comportamento do Tiago Leifert na apresentação do Globo Esporte. O jovem jornalista, que não sei se está onde está por competência ou Q.I. tem feito atrocidades com o jornalismo esportivo. Não estou aqui para questionar a informalidade do programa, não é isso, um programa como o GE, no horário que é exibido e sobre o assunto do qual trata, não só pode, como deve ser leve e descontraído. Só não pode é virar palhaçada, com todo respeito aos palhaços, mas jornalismo, mesmo esportivo, tem que ter o mínimo de seriedade.
Ele começou aos poucos e foi ganhando espaço dentro da Rede Globo, pegou um programa que estava mau das pernas, sofrendo com a disputa pela audiência, chegava a perder para o Chaves do SBT. Tiago trouxe de volta a audiência, não tenho dúvida de que o estilo do trabalho que ele faz atrai os jovens e as crianças, grande público do horário do almoço e porque não dizer as mulheres. Até ai tudo bem, mas o problema começa a ficar grave quando a credibilidade jornalística começa a ser deixada em segundo plano.
Penso o seguinte, se o programa for classificado como entretenimento, pode natural fazer tudo o que faz, mas se ele continua se dizendo jornalístico, ele não pode ser conduzido desta forma. A gota d'água talves tenha sido a brincadeira de mau gosto feita em 1º de abril, quando Tiago preparou um material especial zombando do Corinthians e a Libertadores. Mas esse foi só um entre tantos outros acontecidos. Certa vez, quando um quero-quero morreu no campo, acertado por uma bola. Ele fez um melodrama digno de novela e mais, o repórter tentou entrevistar a ave. Olha que situação constrangedora. Eu fiquei com vergonha assistindo da sala de casa.
E a Globo gostou do jeito dele, tanto que tornou o estilo obrigatório dentro da equipe, o mau gosto se espalhou. Fazer graça agora é praxe, mas nem todo mundo tem graça, Ivan Moré por exemplo é totalmente sem graça. Coitado do Léo Batista, parece um cego em tiroteio, acostumado ao jornalismo das antigas, fica nitidamente constrangido com a palhaçada.
Fazer jornalismo esportivo, pode até ser um hobby, mas não deve ser tratado como uma brincadeira. E não sou somente eu que tenho essa visão. O comentarista do Yahoo Ale Rocha divide comigo essa indignação http://colunistas.yahoo.net/posts/10211.html
Duas tramas que começaram sem graça têm caido nas graças do público. Morde e Assopra, novela de Walcyr Carrasco, exibida às 19 horas e Insensato Coração, de Gilberto Braga, a novela das 21 horas.
As duas atrações estrearam recentemente e não estavam agradando a audiência, mas bastou duas atrizes veteranas se apresentarem em cena e ganharem espaço nas tramas que as novelas começaram a dispontar não só na audiência, mas também nos comentários nas redes sociais.
Interpretada pela grande Cássia Kiss, Dulce, mãe batalhadora que luta com a vida para dar o melhor para o filho, inclusive formá-lo médico é vítima do preconceito não só da sociedade por ser uma humilde vendedora de cocadas na praça de Preciosa, cidade fictícia da trama da 7, mas o pior, ela é enganada pelo filho malandro, que pega o dinheirinho da mãe para fazer suas trapaças. Viveu anos na capital, para estudar medicina e não se formou. O trabalho de Cássia Kiss tem sido nota 10, emociona quem está na frente da telinha, e nos faz sentir raiva do filho desnaturado.
Norma, vivida por Glória Pires, começou a novela meio sem sal nem açucar, uma cuidadora de idoso, vítima de um cafageste, ela é iludidada, cai na conversa do malandro e acaba presa. A partir dai a interpretação de Glória ganha corpo, é na cadeia que ela rouba a cena e se torna a protagonista da trama. A mocinha passa por momentos de vilã, mata uma outra presa e é reponsável pelos picos de audiência da trama. Fora da cadeia ela começa a caçada para se vingar do bonitão que a enganou e não vai medir esforços para desmascará-lo e levá-lo a prisão.
Dois exemplos de atrizes ímpares, donas de interpretações impecáveis. Os autores espertos e não poderia ser diferente começam a aumentar a participação de Dulce e Norma em Morde e Assopra e Insensato Coração. Assistí-las em cena é um prazer, são capazes de ir do drama a comédia, são mocinhas e vilãs com a mesma maestria. Salvas de palmas para Cássia Kiss e Glória Pires, atrizes a A maiúsculo!
O novo "Jornal da Record da News" foi apresentado na tarde desta segunda (16) à imprensa, em coletiva realizada na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.
O âncora Heródoto Barbeiro, a apresentadora Thalita Oliveira e o time de comentaristas mostraram aos jornalistas o projeto do novo noticiário da Record News. Além deles, estiveram presentes alguns dos colunistas que compõem a equipe do telejornal: David Uip (saúde), Beth Goulart (cultura), Daniel Castro (mídia e TV), Nirlando Beirão, Ricardo Kotscho (política), Roberto Macedo (economia) e Rubens Ewald Filho (cinema). O médico Adib Jatene e o colunista de esporte Cosme Rímoli também serão colunistas no novo jornal.
O Vice-Presidente de Jornalismo da Record, Douglas Tavolaro, também esteve no evento e destacou: “O novo JR News tem o objetivo de consolidar o modelo de telejornalismo que a Record vem desenvolvendo há cerca de cinco anos. Faremos um noticiário que conversa com o telespectador, com linguagem fácil. O jornal terá informação como análise e profundidade de ideias”.
“É muito bom participar desta equipe que participa do JR News. Uma grande equipe pensa diferente e poderemos levar mais informação e reflexão para ampliar a consciência de cidadão”, afirmou Heródoto Barbeiro.
Informação, análise, humor e interatividade marcam a estreia do "Jornal da Record News", no dia 23 de maio. Ancorado por Heródoto Barbeiro, que divide a bancada com a apresentadora Thalita Oliveira, tem um projeto diferenciado, com uma equipe de comentaristas e uma forma inédita de interação com a internet que faz dele o primeiro telejornal transmídia do país.
Heródoto Barbeiro, após uma bem-sucedida carreira de quase 30 anos em rádio e televisão, assume um novo desafio, na Record News. Editor-chefe e âncora do "Jornal da Record News", ele leva para a emissora sua experiência, credibilidade e o desejo de fazer um jornal diferente. “Nossa missão é criar um espaço para o jornalismo que provoque reflexão, que prestigie a diversidade e trabalhe a interatividade, usando todas as ferramentas da internet. O apresentador muitas vezes só fala com o comentarista. Queremos um jornal mais ‘conversado’ com o telespectador”, explica o jornalista.
De segunda a sexta, o time de dez especialistas analisa os principais fatos do dia com profundidade. Adib Jatene e David Uip (saúde), Beth Goulart (cultura), Cosme Rímole (esporte), Daniel Castro (mídia e TV), Nirlando Beirão, Ricardo Kotscho (política), Roberto Macedo (economia) e Rubens Ewald Filho (cinema) vão se revezar na bancada. O Jornal ainda vai trazer convidados para falar do que está acontecendo de mais importante no País em todas as áreas da política ao esporte e a música. A cada dia, pelo menos três deles participarão do telejornal.
Além deles, há ainda o comediante Bruno Motta, uma vez por semana com uma participação especial. Ele encena, ao vivo, um esquete de humor, satirizando destaques da semana ou assuntos e neuroses do cotidiano.
Na bancada com Bruno Motta, Heródoto Barbeiro promete trazer um toque de humor para o noticiário. “Eu fazia isso no rádio e quero fazer aqui. O humor não derruba a credibilidade. Quero fazer perguntas inusitadas, fazer o público rir. O jornal deve ser descontraído. Seriedade não é o mesmo que sisudez”, afirma o jornalista.
Os comentaristas, assim como Heródoto Barbeiro e Thalita Oliveira, estarão o tempo todo conectados com os telespectadores através do uso de redes sociais como Twitter e Facebook. O público poderá enviar comentários, perguntas e sugestões que podem ser lidos no ar.
Na Record News, cerca de 70 profissionais de todo o País, entre jornalistas e equipe técnica, estão envolvidas no "Jornal da Record News". E além das equipes de São Paulo, o noticiário tem equipes de reportagens exclusivas em Brasília, Rio de Janeiro e Araraquara, além do apoio dos escritórios internacionais – Estados Unidos, Inglaterra, Japão, Portugal e África do Sul.
Quem sabe agora a Record News começa a entrar nos eixos. A tv aberta que veio para fazer 24 horas de jornalismo de qualidade estava deixando e muito a desejar. Exibindo reprises da TV Record e programas de contéudo duvidoso para um canal jornalístico o canal não decolou. Torço muito para que a Record News faça aquilo que propôs em seu projeto inicial e cresça. Assim poderemos contar com uma opção diferenciada na tv aberta. Sem falar no mercdao de trabalho que também se expande.
O "Jornal da Record News" vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 21h
Após demitir mais de 150 profissionais em fevereiro, a TV Cultura coloca à venda sua frota de veículos.
Segundo a colunista Keila Jimenez, o canal está vendendo automóveis de carga, de passeio e até carros-link, que custam cerca de R$ 800 mil cada. Possíveis compradores já andaram olhando os veículos no pátio da TV Cultura.
Procurada, a Fundação Padre Anchieta diz que acaba de realizar um estudo para readequação de sua frota e que pretende vender os carros que estão parados ou com uso muito restrito e adquirir novos.
É lamentável ver a falta de gestão da principal tv pública do Brasil. Uma emissora que poderia se espelhar na BBC para fazer uma televisão de qualidade, sem as amarras comerciais. Mas não, pelo contrário fica jogada as traças, passando de mão em mão e ninguém faz nada. Já que é para ser assim, fecha as portas de uma vez.
Escalado para substituir o "Cinema em Casa", que registrava baixa audiência, "Chaves" vem elevando os índices do SBT.
Na noite da última segunda-feira (16), a maratona do seriado infantil teve 6 pontos de média com picos de 8. O desempenho é superior ao registrado pela maioria de filmes da extinta sessão, inclusive os considerados de alto potencial como os da franquia "Harry Potter".
Entretanto, apesar do bom desempenho, "Chaves" manteve o SBT em quarto lugar. Enquanto a atração foi ao ar, a Band teve 7 pontos. A Globo liderou com 27 e a Record foi vice com 9 pontos.
É impressionante como um seriado, de baixa qualidade técnica, cenário, iluminação, maquiagem e vestuário pode agradar o público há tanto tempo. São 26 anos ininterruptos no ar na tv brasileira. A explicação só pode estar nas atuações sensacionais dos atores mexicanos e na simplicidade das piadas e brincadeiras.
Sou fã deste programa. Espero que ainda permaneça no ar por muitos anos. Pra não dizer para sempre. Afinal, será que alguém, algum dia vai ser capaz de fazer uma obra tão ímpar como esta?
Ele é sucesso garantido em qualquer horário. Disputar o início da noite na tv aberta é muito complicado. É nesta hora e também de manhã, que as tvs tem a disputa mais acirrada. Mas Chaves, podemos dizer que é imbatível quando o assunto é humor.
A teledramaturgia brasileira esta agitada por conta da esperada cena do beijo entre as persoangens Marcela (Luciana Vendramini) na amiga Marina (Giselle Tigre), que será exibida amanhã, na novela do SBT Amor e Revolução.
A emissora de Silvio Santos toma frente no assunto. Há muito tempo, a possibilidade de troca de carícias entre pessoas de mesmo sexo é abordada de forma tímida nas novelas.
Na cena, a advogada Marcela (Luciana Vendramini) toma a iniciativa de beijar a amiga Marina (Giselle Tigre), que diz estar apaixonada por ela. Apesar do burburinho, o autor Tiago Santiago já adiantou que o envolvimento entre as duas vai parar por aí.
A escolha pelo beijo entre duas mulheres ameniza a bandeira da homossexualidade, já que a cena pode ser traduzida como realização do fetiche masculino de ver duas mulheres se beijando. Pode chocar menos o público do que ver dois homens juntos, por exemplo. Mas ja é um avanço na luta contra o preconceito.
A decisão de levar ao ar a cena depende muito da emissora, e no caso do SBT, ela tem maior autonomia, sempre foi uma emissora mais independente e liberal, fala mais para o povão e busca no momento estar em alta na mídia.
O alarde ao redor do esperado beijo também seria uma tentativa de alavancar a audiência da novela, que ainda não engrenou e, em alguns momentos, chega a ficar atrás da Bandeirantes.
Muitas foram as novelas que tiveram casais gays, mas todas deixaram o público na vontade de ver a cena. Entre alguns casais que podem ser lembrados estão Rafaela (Chistiane Torloni) e Leila Sampaio (Silvia Pfeifer), de Torre de Babel (1998). Rejeitadas pelo público, as personagens morreram durante explosão no shopping, que modificou outros aspectos da trama
Clara (Alinne Moraes) e Rafaela (Paula Picarelli) quebraram regras em Mulheres Apaixonadas (2003), também da Globo, mas o máximo a que se permitiram foi um selinho no último capítulo. Em Senhora do Destino (2004) aconteceram cenas picantes no motel entre as amigas Eleonora (Mylla Christie) e Jenifer (Bárbara Borges)
Vamos conferir o primeiro beijo gay na teledramaturgia brasileira.
O SBT está prestes a vender a madrugada do canal para a igreja evangélica. A emissora de Sílvio Santos estaria pensando em abrir o horário de 1h às 5h para exibir programação religiosa.
O valor do espaço gira em torno de R$ 20 milhões e não faltam concorrentes para ocupar a vaga, segundo o jornal "Folha de S.Paulo". Estão na disputa o Ministério Silas Malafaia, a Igreja Mundial do Poder de Deus, a Igreja Internacional da Graça, do missionário RR Soares e Universal do Reino de Deus, do Bispo Edir Macedo - dono da Record.
Atualmente, o SBT é o único canal da TV aberta que não possui um horário sequer destinado a este tipo de produção. Até algum tempo atrás, Sílvio abominava a ideia de preencher a grade com atrações de cunho religioso. Oficialmente, a assessoria da emissora não confirma as negociações.
Seria uma pena se isso acontecesse, a verdade é que ficariamos sem opção nas madrugadas da tv aberta, ou vc assiste culto, ou missa, ou desliga a tv, ou tem tv a cabo. Sabemos que dinheiro é bom, e ajuda muito, ainda mais em momentos difíceis, mas para o SBT pode ser um tiro no pé. Se tem um horário em que a tv de Sílvio Santos fica com facilidade na liderança é a madrugada. É nesse horário que ele exibe filmes, séries e o jornal do SBT. A média de audiência na madrugada chega a 3 pontos, nada mal para quem não passa de 8 durante o dia e à noite.
Pensa bem tio Sílvio, não vá pela cabeça de uns e outros não. Credibilidade é tudo, não deixe sua tv perder o pouco que ainda resta.