sexta-feira, 5 de abril de 2013

Silvio Santos aprova e SBT renova com Rachel Sheherazade

Rachel tem a aprovação de Silvio Santos para opinar - Divulgação

Apesar de toda polêmica envolvendo seu nome e suas opiniões, Rachel Sheherazade tem o aval de quem de fato interessa, Silvio Santos. A jornalista acaba de renovar seu contrato com a emissora por mais 2 anos.

Ela segue no comando do principal telejornal do canal, o SBT Brasil, ao lado do veterano Joseval Peixoto.

A renovação coloca um basta nos comentários de que setores do SBT estariam descontentes com as opiniões dadas pela jornalista na bancada do noticiário.

Rachel ainda afirma que nada vai mudar e que ela segue com o aval da emissora para continuar fazendo os comentários que julgar pertinente.

Em recente entrevista ao coluna Outro Canal, da Folha de S.Paulo, Rachel declarou que desconhece a insatisfação de parte do SBT. "Bem, nem eu nem a direção de jornalismo sabemos nada a respeito da existência de um abaixo-assinado", explicou.

Rachel argumentou que jamais poderia representar grupo algum dentro do SBT. "Não tenho procuração para isso. Nem quero ter. É bom lembrar que não fui contratada para repercutir a opinião de artistas, funcionários ou diretores do SBT. Nem para estar em consonância com eles. Não fui admitida nem mesmo para reverberar a opinião do dono da emissora. Muito pelo contrário", acrescentou.

Rachel falou sobre sua postura e disse que não é "apenas uma leitora de teleprompter" [equipamento acoplado às câmeras de filmar que exibe o texto a ser lido pelo apresentador]. A jornalista afirmou que quando foi convidada para trabalhar na emissora de Silvio Santos, pediram-lhe, simplesmente, que emitisse suas próprias opiniões, falasse o que quisesse, com total liberdade.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Diretor nega o fim da MTV

Zico Góes desmente boato de que a MTV iria acabar - Divulgação

Zico Góes, diretor da MTV Brasil, decidiu por um fim na boataria sobre o fim da emissora. Em entrevista ao jornalista Ricardo Feltrin ele afirmou que o canal não vai acabar. Rumores davam conta de que a MTV ficaria no ar somente até maio, quando possivelmente seria comprada por uma TV a cabo.

Zico Góes foi enfático ao dizer: “A MTV não vai acabar. É uma marca muito valiosa para se perder. Para você ter uma ideia, fizeram uma pesquisa e a marca MTV é uma das 70 mais poderosas do mundo”, explicou.

Segundo o diretor, em 2013 a MTV pretende investir menos em música, para Góes, com o Youtube, a exibição de clipes na televisão perdeu o sentido. “A partir de 2005 criou-se um consenso que não valia mais a pena dizer que aqui na MTV, é onde você vê tudo primeiro, todos os clipes de todas as maiores bandas. Isso porque, com o YouTube, isso deixou de ser verdade”.

Entre as novidades para este ano, o diretor aposta na reestreia de Hermes e Renato, no dia 25 de abril. A dupla que fez muito sucesso na MTV, passou um tempo na Record e agora está de volta ao canal.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Got Talent Brasil vai bem mas não convence

Versão brasileira estreou com audiência razoável
 
Apesar da boa audiência para o horário, a estreia do Got Talent Brasil não convenceu. Exibido após às 23 horas, nesta terça-feira (02), o programa marcou 8 pontos de média e garantiu a vice-liderança para a Record, no confronto, o SBT com o filme A Origem marcou apenas 5 e a Globo com o Profissão Repórter 12 pontos.
 
Apresentado pelo ex-CQC Rafael Cortez, o reality não empolgou. O formato, concurso de calouros, já está muito desgastado, são muitos programas explorando o estilo, temos The Voice, Ídolos e Astros, além do Raul Gil e do próprio Silvio Santos, todos em busca de talentos.
 
Sem contar que a comparação com a versão original britânica e mesmo a americana, nos faz ver o quão inferior é a produção brasileira. A edição é mal feita, não exploram bem os candidatos, os jurados são ruins, julgam sem critério e acabam falando besteira. Milton Cunha, Sidney Magal e Daniela Cicarelli juntos, não dão metade de Simon Cowell.
 
O apresentador, que é um talento, é subutilizado, mas essa é uma característica do próprio programa. A questão é que aqui no Brasil contrataram um cara que pode ser melhor e maior do que ele foi na estreia, resta saber se darão espaço a ele no decorrer da temporada.
 
Um outro fator importante para o sucesso do programa é a escolha dos candidatos. Se a seleção da Record não for muito apurada, corre-se o risco de a coisa ficar ainda pior nas próximas fases.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Com audiência recorde, 3ª temporada de The Walking Dead decepciona

Série bate recorde de audiência nos EUA - Divulgação

Para quem esperava grande coisa do final da terceira temporada de The Walking Dead deve ter se decepcionado. Particularmente eu considero esta a pior das edições, por isso já previa um final meia boca.

Exibida no último domingo (31), pelo canal AMC, a série bateu mais um recorde de audiência na TV americana. Mesmo dividindo a preferência do público com o final de outro grande sucesso, The Bible, e a pré-estreia da terceira temporada de Game Of Thrones, TWD levou a melhor.

O último capítulo foi visto por 12,4 milhões de pessoas, ante 12,3 da produção bíblica e 4,4 de Game Of Thrones. Na estreia da terceira temporada, em outubro de 2012, a AMC registrou 10,9 milhões de pessoas sintonizadas em The Walking Dead, sem dúvida um dos maiores fenômenos dos últimos tempos.

Se você ainda não assistiu o final da terceira temporada de The Walking Dead e não quer saber detalhes (spoiler) pare aqui.

O episódio final da terceira temporada, intitulado Welcome to the Tombs parecia que ia brindar o público com uma batalha épica entre Rick e o Governador, mas não foi bem assim. Tudo começa com o Governador se vingando de seu escudeiro Milton, após descobrir que o médico traiu sua confiança ao proteger Andrea.

O Governador ainda exige que Milton mate Andrea, que estava presa em uma sala. Milton não consegue e tenta matar o Governador, mas quem acaba levando uma facada é ele.

Ao longo do episódio, Milton agoniza e Andrea permanece amarrada tentando se soltar da cadeira antes que Milton morra e se transforme em errante.

Mas o pobre vira morto-vivo antes que Andrea consiga se soltar completamente. Ele a morde e para não se transformar em zumbi ela se mata com um tiro na cabeça.

Voltando ao confronto entre os aliados de Rick e o exército do governador, o que deveria ter sido o mais importante do episódio, não passou de uma mera troca de tiros. A batalha termina com o governador e seu pessoal fugindo.

Enlouquecido, o governador mata quase todos os seus aliados. Só sobram dois soldados, que somem do episódio junto com o líder.

O mínimo que se esperava para o final era a morte do governador e uma nova aventura para a quarta temporada. Andrea merecia ter sobrevivido e regressado ao pessoal do Rick, quem sabe como a nova líder dos remanescentes de Woodburry.

Mas não foi isso que aconteceu, então, podemos aguardar que haverá revanche do governador e mais disputa pela sobrevivência entre os humanos.

O que mais chamou a atenção nesta terceira temporada foi que o foco deixou de ser os zumbis e passou a ser os grupos rivais. Penso que dessa forma a série está ficando cansativa. Os cenários foram praticamente os mesmos durante toda a temporada e como nas edições anteriores, muita gente morreu e deixou a série. Por isso, é provável que novos nomes integrem o elenco da quarta temporada de The Walking Dead.

Um novo produtor e novos roteiristas já foram contratados, Michonne e o Governador, juntamente com os amigos de Rick, certamente estarão de volta. A promessa é de uma ameaça zumbi bem maior do que a que houve na terceira temporada. Vamos aguardar.

Fracasso nos EUA, Smash estreia na Record

Série musical estreia na Record - Divulgação

A superprodução Smash desembarca no Brasil após fracassar nos EUA. De Steven Spielberg, exibida pela NBC, a série é baseada nos bastidores da Broadway, em Nova York.

Programada para ir ao ar na Record, nesta terça-feira (2), a série conta a história de um grupo de atores que se reúne para montar um musical inspirado na vida da atriz Marilyn Monroe.

Na trama, a atriz iniciante Karen Cartwright, interpretada por Katharine McPhee, ex-particpante do reality American Idol, trabalha em uma lanchonete e disputa o papel principal de Marilyn com Ivy, atriz veterana das produções teatrais e que tem as mesmas características físicas de Monroe.

Além dos conflitos e dificuldades na produção de um grande musical, a série narra os dramas paralelos da vida pessoal dos personagens.

No elenco estão grandes nomes como a veterana Anjelica Huston, que dá vida a produtora Eileen Rand e Debra Messing, mundialmente conhecida como a personagem Grace Adler, na sitcom Will & Grace, em Smash ela interpreta a roteirista e compositora Julia Houston.

Smash estreiou em fevereiro de 2012, nos EUA e por lá a série já caminha em sua segunda temporada. Na primeira temporada a atração foi uma das sensações da NBC, chamada por alguns como uma versão adulta de Glee, a série alcançou bons índices de audiência, mas com o decorrer dos episódios, o excesso de conflitos e a lentidão da trama, o público foi se afastando de Smash.

Mesmo assim, a NBC deu uma nova chance à série e neste ano estreou sua segunda etapa. Novos personagens, mas os mesmos problemas de andamento, fizeram com que a audiência despencasse de vez e com isso a produção foi cancelada e não terá uma terceira temporada.

Apesar de tudo, Smash tem pontos positivos, boas atuações e especialmente musicais muito bons, inclusive com canções inéditas, feitas exclusivamente para a série.

Para os amantes de musicais, Smash é a melhor pedida para as noites de terça-feira.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Mês de março devolve a vice-liderança para a Record

Emissora recuperou o segundo lugar no Ibope em março


Após um período de queda na audiência e preocupação, a Rede Record viu seus índices subirem no mês de março e agora a emissora está de volta, com alguma vantagem, ao segundo lugar no Ibope.

O último semestre de 2012 foi tenso para o canal dos bispos, eles já tinham a certeza de terem conquistado o segundo lugar em audiência e que o SBT já não era mais uma ameaça há algum tempo, mas foi só a novela Carrossel estrear e tudo veio abaixo. Mas agora os executivos do canal já respiram um pouco mais aliviados.

Nos últimos seis meses do ano passado, o SBT cresceu impressionantes 17% na média diária de audiência. Segundo dados do Ibope, neste período a Record registrou média de 5,4 pontos, ante 5,7 pontos do SBT. Com isso a Record perdeu a vice-liderança.

Mas logo no primeiro trimestre de 2013, recuperando público no horário nobre com a estreia de José do Egito, seriados americanos e a novela Balacobaco e também aos domingos, com bons números do Domingo Espetacular e Gugu, a Record alcançou, em março, média diária de 6,3 pontos, ante 5,1 pontos do SBT. A Record não obtinha índices nesse patamar desde maio do ano passado.

Nesse período, no entanto, não foi somente o SBT que perdeu plateia. A Globo, que registrou 14,6 pontos de média no ano passado, encerrou março com ibope de 14,2 pontos de média. A RedeTV! passou de 0,9 ponto para 0,8 ponto de audiência no período. Já a Band seguiu a tendência de crescimento que a acompanhou em 2012. Passou de média de 2,4 pontos , em outubro, de ibope para 2,5 pontos, em março.

A disputa pelo segundo lugar deve continuar acirrada nos próximos meses, tanto Record quanto SBT estreiam nesta semana sua programação 2013. A Globo segue na liderança isolada. A Band tem tudo para crescer e cutucar as vice-líderes. Já a Rede TV luta para não continuar atras da Cultura.

Globo pode acabar com as sessões de filmes

Globo pretende extinguir as sessões de cinema

A direção da Rede Globo tem avaliado a possibilidade de eliminar as sessões de cinema de sua grade de programação. Pode parecer inacreditável isso acontecer, mas se olharmos para as estratégias da emissora nos últimos tempos, vamos perceber que é bem nessa linha que ela tem seguido.

Para começar, ela excluiu a programação infantil com a justificativa de que este nicho de mercado já não é viável devido a concorrência com a TV paga. E é por este mesmo motivo que o canal justifica a possível saída dos filmes. A concorrência com os canais a cabo e as locadoras virtuais, que oferecem muito mais filmes e atrai quem de fato quer ver os blockbusters é desigual. Sem falar que a Globo é dona de vários canais de filmes como o Telecine.

A audiência das sessões de cinema na TV aberta já não é mais a mesma. Os índices tem caído a cada ano, mas alguns títulos ainda conseguem atrair público. O faturamento não é grande coisa e o X da questão é o auto custo. Os pacotes de filmes, adquiridos das distribuidoras, são caríssimos, uma verdadeira fortuna.

Esses vário motivos são mais do que justificáveis para a extinção das sessões de filmes da grade e acredito que esse deve ser, realmente, o caminho a ser seguido não apenas pela Globo, mas também por outras emissoras. Vejo a TV aberta, no futuro, como uma produtora de conteúdo próprio e ao mesmo tempo uma exibidora de produções independentes nacionais. Ou seja, nesse panorama, os filmes e seriados ficariam meio deslocados. É melhor deixar o conteúdo estrangeiro para as TVs pagas.

Alguns vão dizer, mas nem todo mundo pode assinar, pagar pela TV. Ok, eu concordo, mas tem crescido e muito o acesso a TV a cabo ou satélite e a tendência é a adesão ainda maior nos próximos anos.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Ronaldo, de novo, não! Rubinho, pior ainda!

Ronaldo será comentarista na Copa das Confederações - Divulgação
 
É, não está fácil mesmo, além de ver e rever a cara do Ronaldo "Fenômeno" nas dezenas de propagandas que ele faz, participação em programas de televisão e outras mais, agora vamos ter que aturar a voz irritante dele nos comentários dos jogos da Copa das Confederações.
 
O ex-jogador vai estar ao lado de Galvão Bueno, Arnaldo César Coelho e Walter Casagrande durante os jogos da competição sediada no Brasil este ano.
 
E vai além, a Globo contratou, também, o marcha lenta, Rubens Barrichello. O ex-piloto que foi piada durante os anos de Fórmula 1 e que também não emplacou absolutamente nada após deixar a categoria, tentou Fórmula Indy e Stock Car, vai agora ao lado de Galvão e Reginaldo Leme, comentar as transmissões do automobilismo.
 
O anúncio das contratações para o departamento de esportes foi feito nesta quarta (27), em evento para o lançamento da programação Globo 2013. Com o slogan "Vem aí", a emissora reuniu seu elenco para divulgar suas armas para este ano.
 
Como diz meu colega Odair Delpozzo, esses rinocerontes são colocados à fórceps na televisão, seja em publicidades, jornalismo ou entretenimento. Não nos dá opções, são sempre as mesmas caras, os mesmos puxa-sacos de sempre.
 
Rubinho vai comentar as transmissões de automobilismo - Divulgação
 

Band tira Luciano Faccioli do Primeiro Jornal e o coloca na rua

Faccioli deixa de ser apresentador do Primeiro Jornal - Divulgação

O bicho pegou lá pelas bandas do Morumbi na última terça-feira (26). A direção de jornalismo da Band convocou Luciano Faccioli para uma conversa reservada.
 
O jornalista foi comunicado que deixaria a apresentação do Primeiro Jornal e voltaria a ser repórter de rua, função que ele já não exerce há muito tempo, desde a época em que trabalhava na Record e ficou conhecido pelo bordão "Olha a hora, olha a hora".
 
Sem nenhum demérito a função de repórter, pelo contrário, é a que mais tem a ver com jornalismo de fato, não deve ser fácil deixar de ser apresentador para voltar às ruas. Digamos que há um decréscimo de glamour na carreira.
 
No lugar de Faccioli entra Fábio Pannunzio, bom jornalista, mas muito ruim diante das câmeras, apático de voz mansa, o inverso de Luciano. As mudanças fazem parte da reformulação do jornalismo da emissora, que já vem acontecendo há algum tempo.
 
Nesta quarta (27), Faccioli já não apareceu no jornal. Segundo o colunista Flávio Ricco, o jornalista passou depois do afastamento, ele que é diabético viu seus índices glicêmicos irem às alturas.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Record quer o primeiro lugar em no máximo 5 anos

Walter Zagari e Alexandre Raposo no lançamento da programação Record 2013
 
Com um otimismo peculiar, mesmo diante da atual crise de audiência e quase perdendo o segundo lugar para o SBT, a Record quer ser líder de audiência a curto prazo.
 
Nesta terça-feira (26), ao lançar a nova programação da emissora, Walter Zagari, vice-presidente do canal, afirmou que Edir Macedo deu ordens para que o objetivo de alcançar a liderança seja atingido entre 3 e 5 anos.
 
E não é só em audiência que a Record quer se equipara a Globo. Eles também almejam o mesmo faturamento. A Globo detém atualmente 70% do bolo publicitário. A diferença a ser eliminada é de R$ 8,28 bilhões, nas contas de Zagari. Segundo ele, a Record faturou R$ 1,720 bilhão em 2012. A Globo faturou RS$ 10 bilhões. Tarefa um tanto quanto difícil, não acham?
 
No quesito ibope, a Globo, hoje, detém cerca de 50% do share no painel nacional. Já a Record, que praticamente divide a vice-liderança com o SBT, alcança menos de 20% de participação.
 
Questionado sobre como pretende cumprir a meta estabelecida por Macedo, Zagari não dá respostas muito diretas, mas afirma se espelhar no mercado americano. “Nos Estados Unidos, as três grandes redes (ABC, NBC e CBS) dividem audiência, share e publicidade, Vai acontecer um dia aqui”, diz. “Eles (Globo) trafegaram quatro décadas sem concorrência.”
 
Elenco da Record no lançamento da programação 2013
 
Sem dúvida o ideal seria que as emissoras no Brasil fossem mais equiparadas. Toda unanimidade ou monopólio é prejudicial. Os investimentos da Record, ainda que em alguns casos questionáveis, foram muito saudáveis para o mercado nos últimos anos.
 
Mas o problema é que pouco afetou a hegemonia da Globo, que segue isolada na liderança em audiência e faturamento. Aliás, o SBT ameaçou muito mais a Globo nos anos 90 do que a Record hoje em dia.
 
A Globo tem perdido audiência sim, mas o faturamento só cresce. E o curioso é que o público não tem migrado para a concorrência e sim para outros meios, como a internet. Vejamos um exemplo: nos anos 90, a Globo alcançava com tranquilidade a media de 40 pontos, com picos acima de 60 na faixa noturna. O SBT superava os 15 pontos de média no mesmo horário e a Record patinava abaixo dos 5.
 
Hoje, a Globo não consegue atingir os 30 pontos de média na faixa nobre. SBT e Record juntas se esforçam para somar 15 pontos. É sem dúvida uma nova realidade. Mas é certo que o concorrente a ser batido é outro, a internet. Ou diante da impossibilidade de tal feito, seria o caso de se aliar a ele. Fico com a última opção!