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domingo, 11 de março de 2012

Angelina Jolie inspira nova personagem de American Horror Story


Os produtores de "American Horror Story" se inspiraram em Angelina Jolie para escreverem um dos papéis principais da 2ª temporada da série. Ou quase. Isso porque Gia, a nova personagem, tem as mesmas característias de Lisa Rowe, papel que Jolie viveu no filme "Garota, Interrompida" (1999).

Gia vai antagonizar a personagem de Jessica Lange, que viveu Constance na 1ª temporada da série de horror. Segundo o site TV Line, ela é descrita como uma mulher perigosa, extremamente sensual e que esconde um grande segredo. A produção de "American Horror Story" deve escalar uma atriz branca e na faixa dos 20 anos para interpretar a personagem.

Em 2000, Jolie ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel em "Garota, Interrompida".

Além de Lange, mais três integrantes do elenco original tiveram seus retornos confirmados: os atores Zachary Quinto, Evan Peters, Sarah Paulson e Lily Rabe. Quinto viveu um designer gay e um dos donos da casa mal-assombrada; Rabe também foi uma das antigas donas; Peters interpretou o serial killer adolescente, cujo fantasma ficou preso na casa, enquanto Paulson encarnou uma médium. Todos eles interpretarão novos papéis no segundo ano da série.

Recentemente, Ryan Murphy, o criador da atração divulgou que a 2ª temporada será centrada inteiramente no novo papel de Lange.

“American Horror Story” reestreará em outubro na TV americana.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Séries | Jessica Lange diz se considera voltar para American Horror Story


Vencedora do Globo de Ouro este ano por sua performance em 'American Horror Story', Jessica Lange deu entrevista nos bastidores da cerimônia sobre o papel que a consagrou.

Questionada pelo TV Line se volta para a segunda temporada - ontem você leu no site que o retorno de dois ou três atores do elenco original deve acontecer -, a intérprete de Constance disse que está "considerando" a idéia e "Isso vai depender inteiramente dos produtores. Nada está decidido ainda", completou.

Sobre o desafio de atuar em uma produção de terror, Lange comentou:

"Eu raramente vejo um roteiro que me empolga. Mas toda vez que eu pegava um novo script de 'American Horror Story', eles haviam escrito algo que era excitante e desafiador para mim. Eu era grata por receber um texto a cada duas semanas."

E a rasgação de seda à 'American Horror Story' continuou. A atriz considera o criador da atração, Ryan Murphy "brilhante" e o definiu como "uma das pessoas mais criativas que trabalham na televisão e no cinema hoje em dia".

A única crítica feita por Jessica é a demora que os scripts levavam para chegar em suas mãos. Eles "testavam minha paciência", segundo ela, até mais que o complicado penteado da personagem.

"O monólogo final que tive no último episódio foi algo que tentei decorar em um curto período de tempo. Para mim, isso é mais difícil que qualquer coisa física", falou.

'American Horror Story' deve retornar ao ar em meados de setembro ou início de outubro nos EUA.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Séries | American Horror Story: retorno de atores é confirmado


John Landgraf, presidente de programação do FX adiantou, em conferência de imprensa, novidades da segunda temporada de 'American Horror Story', um dos sucessos lançados pelo canal americano esse ano.

Previamente foi divulgado que haveria uma limpa no elenco, com a nova temporada apresentando novos atores e outra história principal (leia aqui). Mas nesse evento, o executivo contradiz umas dessas informações. Ele antecipou o retorno de dois ou três do elenco original, mas tem uma pegadinha no meio: os atores não devem interpretar os mesmos personagens. Landgraf explica:

"Ryan Murphy [criador da série] já está escalando o elenco, conversando com algumas pessoas. E há dois, possivelmente três atores - do elenco original ou convidados especiais - que  vão continuar na próxima temporada, embora eles interpretarão papéis totalmente novos."

E aí, algum palpite? Apostamos em Jessica Lange, a Constance, como um dos nomes. Se você assistiu o fim da primeira temporada - e leu nossa opinião aqui - sabe porque a volta da atriz é praticamente certa.

O segundo ano de 'American Horror Story' deve começar em meados de setembro ou início de outubro nos EUA.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Top 10: As melhores séries de 2011

ATENÇÃO: Esta matéria pode conter spoilers para quem não acompanhou a exibição americana das séries!

Recordar é viver, então chegou a hora de relembrar o que marcou o mundo das séries neste ano que está terminando. Os dramas dos canais pagos deram um banho em relação às comédias. Emocionaram seus fãs, os levaram às lagrimas e, em algumas ocasiões, até provocaram revolta. Vamos recapitular o que de melhor aconteceu com estas séries e personagens que aprendemos a gostar:

10. The Walking Dead (AMC)


Muitos consideram que a segunda temporada cometeu alguns tropeços. Não tiro a razão dos reclamantes, mas o que não podem deixar de reconhecer é a ousadia do drama. Particularmente, cito a perturbadora sequência de cenas do último episódio do ano - o 7º -, onde há um massacre de zumbis sem dó, e a resolução do "mistério" da temporada envolvendo a garota Sophia. Baita coragem dos produtores de levar ao ar a morte de uma criança, seis episódios depois de quase matarem outra. 'The Walking Dead' é indigesta sim, tem seus erros sim, mas ainda assim é uma das poucas séries que não proporciona um entretenimento vazio. Você se diverte com a sangria desatada que rola na tela, mas a necessária amoralidade dos personagens também é levada a tona para você refletir.

9. American Horror Story (FX)


Outra série aclamada pelo público, mas desprestigiada pela crítica. Ganhou merecida indicação ao Globo de Ouro, por Melhor Drama, graças ao seu elenco de primeira que entregou atuações de corpo e alma. A casa assombrada é a protagonista da história, mas são os personagens - em grande parte mortos - que roubam a cena com suas frustrações, medos, angústias e devaneios. São fantasmas brincando de serem humanos, fantasmas querendo ser humanos e vivos convivendo com tudo isso ao redor, numa mórbida interação proporcionada pela casa. No começo, confesso que era uma salada esse universo apresentado pela trama. Mas logo a bagunça deu lugar a uma forte narrativa que sabia exatamente que caminho queria seguir. Nunca fomos enganados, porque a temporada de estreia terminou como o título sempre admitiu que terminaria: uma verdadeira história de horror americana.

8. Louie (FX)


Despudorado, antiético, sem papas na língua ou simplesmente maluco. Pode tachar o humorista que empresta seu nome à série do que for, mas o cara é muito engraçado. Ao longo de duas temporadas, ele já mexeu com gays, judeus, gordos e até Jesus Cristo, e apesar de suas piadas terem gosto duvidoso, te causam dor de barriga de tanto rir. O humor ácido e realista de 'Louie' aliado a sempre divertidos stand-ups fazem a comédia ser uma das melhores já vistas na TV.

7. Justified (FX)


Neste faroeste moderno, o detetive Raylan Givens impõe a lei nos criminosos mais barra-duras e sempre acaba conflitando com essa mesma lei por causa disso. E viva os conflitos, porque quase todos os momentos em que Raylan saca sua arma são os melhores apresentados pela série. É uma série policial que consegue fugir do lugar comum. A segunda temporada trouxe o melhor arco narrativo já desenvolvido por 'Justified' através da personagem Mags Bennett, mãe de família que gerencia negócios ilegais locais. Essa grande atuação rendeu o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante esse ano para Margo Martindale.

6. Sons of Anarchy (FX)


A série da gangue de motoqueiros deu uma derrapada na terceira temporada, mas voltou em ótima forma para sua quarta. A excessiva violência, marca registrada do drama, deu espaço dessa vez para o desenvolvimento de personagens. Também diluida este ano a "enrolação": arcos antigos foram encerrados e esperados conflitos se concretizaram. 'Sons of Anarchy' encerrou um ciclo com o quase assassinato de Clay e a ascensão ao poder de Jax, em sequências que injetaram adrenalina e tensão nas nossas veias. O futuro da série nunca pareceu ser tão promissor quanto agora.

5. Game of Thrones (HBO)


Não lembro de ter acompanhado uma luta pelo poder tão excitante. Talvez tenha exagerado um pouco, mas a HBO acertou em cheio nessa adaptação da fantasia romanceada do autor George R.R. Martin. Reis, rainhas, cavaleiros, bastardos, renegados e até dragões formam o atraente universo da série e travam batalhas num jogo perigoso onde só um de dois resultados é possível: ou você ganha o trono ou você morre. Fora o deleite de acompanhar os efeitos visuais, os diálogos são uma atração a parte. Riquíssimos e sempre carregados de emoção. É um grande épico.

4. Fringe (FOX)


O que dizer sobre a melhor ficção científica da TV atual? 'Fringe' explodiu cabeças na segunda metade de sua terceira temporada ao apresentar o surpreendente desfecho da possível colisão entre dois universos. A ameaça aparentemente resolvida trouxe um custo caro aos simpatizantes de Peter, já que o affair de Olivia deixou de existir para salvar o seu mundo - e o alternativo. Ficamos com o coração na mão nos primeiros episódios da quarta temporada, mas logo o conflito foi resolvido com o retorno do personagem. Que, novamente para a surpresa de todos, culminou em uma nova reviravolta na mitologia de 'Fringe': o surgimento de um terceiro universo alternativo. Pois é. A cria de J.J. Abrams nunca foi de fácil compreensão, porém, acompanhar semanalmente essa jornada que abraça o bizarro, o desconhecido e marginaliza a ciência de forma tão interessante, é uma experiência única.

3. The Good Wife (CBS)


Alicia Florrick não é só uma boa esposa, e a série jurídica não é só mais uma do gênero. Essa ambiguidade que povoa o rico universo de seus personagens. Ninguém é o que aparenta ser, e ninguém também é só o que diz ser. Claro, os casos da semana estão ali - e diga-se de passagem nem sempre se desenrolam nos tribunais -, mas o elenco é tão afiado e seus dramas pessoais tão instigantes que você acaba esquecendo que está assistindo uma trama girada em torno de uma firma de advocacia. Desde a primeira temporada 'The Good Wife' vem numa reta ascendente de qualidade e facilmente pode ser considerada a melhor série em exibição na TV aberta americana.

2. Homeland (Showtime)


Este tenso e extasiante thriller sobre terrorismo, sem dúvidas, foi a melhor estreia de 2011. Te deixa com os olhos grudados na telinha do começo ao fim de cada episódio. Também proporcionou a atriz Claire Danes uma das melhores atuações da TV como a desequilibrada, mas brilhante analista da CIA Carrie. Na série, o soldado Brody, dado como morto, retorna milagrosamente aos EUA oito anos depois de participar de uma missão no Iraque. Pela nação, é considerado um herói, mas a agente Carrie o enxerga como uma ameaça ao descobrir, no decorrer da trama, que o militar pode ter ligações com Abdu Nazir, um terrorista buscando vingança após uma grande perda pessoal.

1. Breaking Bad (AMC)


É uma das poucas séries que só melhora com o tempo. Prova é que apenas uma única cena do último episódio da quarta temporada, na minha opinião, foi suficiente para o drama conquistar o título de melhor série do ano. A cena em questão trouxe a conclusão do jogo de gato e rato entre Walter e Gus, que resultou na morte memorável (foto) do poderoso chefão do tráfico. Somente mais uma temporada conduzirá 'Breaking Bad' ao seu lamentável fim, mas suas possibilidades são várias. Bem como são grandes as expectativas para o desfecho de Walter. Agora que finalmente se livrou de seu arqui-inimigo, será que o ex-professor de química vai assumir seu trono? Ou voltará a ser um pacato cidadão? A dúvida fica, mas uma coisa é certa: o castelo de cartas que ele criou desde que entrou na vida do crime está prestes a ruir.

Mensões honrosas: 'Damages' (DirecTV), 'Friday Night Lights' (DirecTV), 'Southland' (TNT), 'Enlightened' (HBO) e 'Nikita' (CW).

sábado, 24 de dezembro de 2011

American Horror Story chega ao fim com gostinho de quero mais


A primeira temporada de 'American Horror Story' chegou ao fim. O último dos 12 episódios não foi nem de longe o melhor, na verdade terminou sem acabar, o que deixa margem para a continuação na segunda temporada.

A história prosseguiu de onde o episódio anterior parou. Com a morte de Vivien, Ben decide se mudar da Murder House, contando com a ajuda da irmã da falecida esposa para cuidar do filho sobrevivente. Entretanto, ao pegar a criança que estava sendo cuidada por Constance, Ben foi avisado do perigo que corria. Não deu ouvidos à vizinha e se ferrou. Assim, os acontecimentos envolvendo o desfecho da família Harmon foram solucionados logo nos primeiros minutos do episódio.

Depois de um encontro com Vivien e Violet, Ben decide ir embora para cuidar do filhinho, mas Hayden não permite que ele saia da casa, fazendo com que Ben cometa um “suicídio”. Com Ben pendurado no lustre e a família novamente reunida, Constance rouba seu netinho das mãos de Hayden.
Vale destacar aqui a excelente atuação de Jessica Lange. Se a série não agradou a todos, um fato é unânime: Jessica Lange no papel de Constance foi um dos destaques de 'American Horror Story' e merece as indicações e prêmios que, certamente, levará pela personagem. A indicação da atriz ao Globo de Ouro é mais do que merecida.

Com os Harmon vivendo eternamente na Murder House, a possibilidade de explicar porque algumas coisas são daquele jeito naquela casa surgiu, mas foi deixada de lado. Ryan Murphy e seus roteiristas preferiram manter o mistério, nada ficou explicado, mais uma vez a deixa para novas temporadas.
Aos Harmon foi dada a oportunidade de impedirem que outras pessoas passassem o mesmo que eles e acabassem também mortos na Murder House. Assim, a interação dos fantasmas “do bem” reunidos para conseguirem expulsar os novos moradores da casa antes que os atormentados tirassem deles sua sanidade e possivelmente a vida foi até mesmo cômico. Aplausos para a ótima tirada dos roteiristas.
Uma cena específica pode dar o que falar. A conversa de Tate com Ben. Ao confrontar o causador de grande parte dos males da Murder House, Ben não o poupou, mostrando ao personagem que ele é realmente um psicopata. E fez críticas, de mau gosto, sobre os profissionais terapeutas ao dizer que são incapazes de tratar um paciente.
Vale aqui também ressaltar esse jovem ator, Evan Peters que deu vida ao Tate, ele foi sem dúvida o grande destaque do começo ao quase fim da temporada, perdeu espaço nos três últimos episódios. Esse ator tem muito futuro.

Tocante também foi a interação de Vivien e Moira, que finalmente selaram a amizade que construiram desde o início da série. Apesar de todo seu rancor por estar morta, Moira sempre foi uma boa pessoa, verdadeiramente preocupada com a “patroa”. Assim, foi bela a cena em que Vivien, depois de reaver seu bebê morto (como foi explicado, ele não nasceu morto, chegou a chorar depois do parto antes de efetivamente morrer, apesar de eu não ter ouvido isso) convida Moira para ser madrinha da criança. Pergunto: o bebê ficará daquele tamanho eternamente como chegou a sugerir Chad no episódio passado ou se desenvolverá e envelhecerá como aconteceu com Moira? Perguntas que ficaram sem resposta e mais uma vez deixa a chance de continuidade.
E foi Constance quem encerrou o episódio e a primeira temporada, ao se dar conta que seu neto puxou o pai e, apesar da pouca idade, já é um verdadeiro psicopata. A cena em que acompanhamos o rastro de sangue pela casa de Constance até que ela encontre o corpo esfaqueado da babá e o pequeno sentado na cadeira gargalhando foi perturbadora. O que esse moleque se tornará quando efetivamente estiver crescido? Será ele realmente o proclamado anti-Cristo?

Pelo visto, a intenção de Ryan Murph é deixar todas as perguntas no ar para que cada espectador complemente a história com sua própria imaginação. Em declarações, Ryan deu a entender que os rumos da segunda temporada serão diferentes, com uma nova história sendo contada, o que não é muito legal:
“Cada temporada da série terá uma maldição diferente. O que você viu na finale foi o encerramento da casa dos Harmon e a segunda temporada terá uma nova casa ou edifício para assombrar. Assim como nesse ano, cada temporada terá um começo, um meio e um fim. (…) Vão existir rostos familiares e novos, interpretando novos personagens e novos monstros. Esse é o design da série desde o começo, é realmente um jeito legal e interessante de contar uma história de terror: cada temporada sendo o que um horror americano é.”
Ficamos ansiosos para o que a série pode apresentar em sua segunda temporada. Espero que o autor esteja blefando e que a continuidade parta do ponto final da primeira temporada.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

'American Horror Story' vai trocar seu elenco


Há alguns meses circulavam rumores de que a estreante 'American Horror Story' seria uma série antológica, ou seja, que não tem compromisso de apresentar o mesmo enredo e elenco em suas decorrentes temporadas.

Agora, com o fim de sua primeira temporada, a informação foi confirmada.

Ryan Murphy, o criador da série de terror cedeu coletiva de imprensa nos EUA anunciando que a segunda temporada apresentará um elenco totalmente diferente e também terá sua história central renovada.  Não foi revelado se a trama voltará a ser ambientada em uma casa assombrada.

Os personagens do núcleo da família Harmon já ganharam seus desfechos, mas nada impede que os protagonistas façam participações especiais. Contratos estão sendo negociados.

Mais detalhes sobre o retorno de 'American Horror Story' serão divulgados em fevereiro, quando os produtores anunciarem os novos atores e os novos rumos que a atração vai tomar.

Sucesso absoluto na TV americana, a temporada de estréia chegou ao fim na última quarta (21) e rendeu ao canal FX algumas das maiores audiências de sua história.

'American Horror Story' é exibida às terças-feiras no Brasil, às 23h, pelo canal pago FOX. Nos EUA, volta ano que vem, em meados de setembro, com 13 novos episódios.